
Reencontro e Renascimento
Renasço do horizonte frio e caótico
Na bruma, no sonho, no reflexo
Confesso que não sou
tão pura como antes nas palavras,
Mas, em objetivos e idéias renasci.
As noites eram frias e involuntárias
Teus olhos me fitavam na escuridão
Saístes correndo sem indicar a direção
Mundo pequeno
Renasço do horizonte frio e caótico
Na bruma, no sonho, no reflexo
Confesso que não sou
tão pura como antes nas palavras,
Mas, em objetivos e idéias renasci.
As noites eram frias e involuntárias
Teus olhos me fitavam na escuridão
Saístes correndo sem indicar a direção
Mundo pequeno
de poucas e muitas palavras
Já compreendo tua logia desonesta
Teu passado não interessa
Seu futuro as cartas disseram
O destino está nas tuas mãos
As respostas que tanto sonhas
Olhe para si, as encontrará
Na origem da procura
Mundo sedento, de pessoas e multidões
Me faça escutar o teu sorriso
Seu sussurro em meu ouvido
Sei que esse retorno parece devaneio
Mas o maior deles
é ignorar o curso da vida
esquecer como é bom ser você mesmo
Vejo a minha menina, pequena bailarina
Se arriscando no ar
A Girar e dançar
A Dar vida, gerar a si mesmo
e ao outro
Num palco, simplesmente viva!
Acordo, estremeço.
Meus pés caminham sonolentos até o espelho,
Tudo foi um sonho?
Já compreendo tua logia desonesta
Teu passado não interessa
Seu futuro as cartas disseram
O destino está nas tuas mãos
As respostas que tanto sonhas
Olhe para si, as encontrará
Na origem da procura
Mundo sedento, de pessoas e multidões
Me faça escutar o teu sorriso
Seu sussurro em meu ouvido
Sei que esse retorno parece devaneio
Mas o maior deles
é ignorar o curso da vida
esquecer como é bom ser você mesmo
Vejo a minha menina, pequena bailarina
Se arriscando no ar
A Girar e dançar
A Dar vida, gerar a si mesmo
e ao outro
Num palco, simplesmente viva!
Acordo, estremeço.
Meus pés caminham sonolentos até o espelho,
Tudo foi um sonho?
(Pintura de Edgar Degas)
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Deborah Caridade
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Deborah Caridade