
A cidade tem uma poesia suja
Em sacos abandonados,
Em sacos abandonados,
nos cachorros entulhados
no deserto gradeado e negro,
perto e distante...
Da Fé na violência,do medo nas igrejas
Passam como um flash, as àrvores negras
Do concreto sem freio, sobreviventes
Em Olhares leves e frios
Nos Outonos noturnos.
Outras Noites eram florestas...
Aguas puras e índias cachoeiras,
Iluminava a luz da lua,
intactas belezas.
A cidade mesmo cidade é poética,
Poética mesmo cidade.
cores e febres como um filme,
de luzes vagas em meio a praga.
Da Fé na violência,do medo nas igrejas
Passam como um flash, as àrvores negras
Do concreto sem freio, sobreviventes
Em Olhares leves e frios
Nos Outonos noturnos.
Outras Noites eram florestas...
Aguas puras e índias cachoeiras,
Iluminava a luz da lua,
intactas belezas.
A cidade mesmo cidade é poética,
Poética mesmo cidade.
cores e febres como um filme,
de luzes vagas em meio a praga.
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Deborah Caridade
3 comentários:
Heyy menina
Na verdade depois de ler todas poesias daqui não posso mais te chamar assim,porque você cresceu e muito desde teu blog antigo, o outro já era espetacular mas o que faltava nele eu to vendo aqui deixa eu expressar um bom e belo caraaalhhooooo!
Curti muito o que eu li..vc tá de parabéns de verdade,vc cresceu p/caralho e tenho certeza que vai melhorar + ainda porque talentos como o seu são raros!!! bjaão
"no deserto gradeado e negro, perto e distante...
Da Fé na violência,do medo nas igrejas"...
Foda esse trecho! ^^
MuaHahahahh...!
Aí sim q tá a beleza! Caos urbano total...isso q é bom, gostoso de viver, toxicado de Co2, nos engarrafamentos! Foda tbm essa poesia
:* gata
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