
A cidade tem uma poesia suja
Em sacos abandonados,
Em sacos abandonados,
nos cachorros entulhados
no deserto gradeado e negro,
perto e distante...
Da Fé na violência,do medo nas igrejas
Passam como um flash, as àrvores negras
Do concreto sem freio, sobreviventes
Em Olhares leves e frios
Nos Outonos noturnos.
Outras Noites eram florestas...
Aguas puras e índias cachoeiras,
Iluminava a luz da lua,
intactas belezas.
A cidade mesmo cidade é poética,
Poética mesmo cidade.
cores e febres como um filme,
de luzes vagas em meio a praga.
Da Fé na violência,do medo nas igrejas
Passam como um flash, as àrvores negras
Do concreto sem freio, sobreviventes
Em Olhares leves e frios
Nos Outonos noturnos.
Outras Noites eram florestas...
Aguas puras e índias cachoeiras,
Iluminava a luz da lua,
intactas belezas.
A cidade mesmo cidade é poética,
Poética mesmo cidade.
cores e febres como um filme,
de luzes vagas em meio a praga.
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Deborah Caridade